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quarta-feira, 10 de março de 2010

Baixa renda terá "subsídios pesadíssimos" para financiar casa própria, afirma Dilma

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou nesta quarta-feira que o programa de habitação a ser lançado nos próximos dias pelo governo promoverá o financiamento direto ao mutuário com a inclusão de um seguro de vida para os beneficiados.

Segundo a ministra, o programa a ser lançado prevê "subsídios pesadíssimos". O objetivo, segundo ela, é assegurar que os trabalhadores com renda inferior a dez salários mínimos tenham condições de adquirir um imóvel.

Segundo a ministra, o programa é uma das ações que visam combater os impactos da crise financeira internacional e a elevação das taxas de desemprego no país.

Dilma afirmou que o pacote também tem como objetivo reduzir o déficit de habitação no país. Em reunião hoje com a bancada do Nordeste, Dilma disse que o déficit é de 7,5% entre os que tem renda familiar de zero a três salários mínimos e 8,5% na faixa de três a dez mínimos.

Ela disse que a preocupação do governo é dar condições para que os trabalhadores de baixa renda tenham meios de adquirir um novo imóvel e ainda pagar o aluguel de onde vivem.

Por essa razão, de acordo com ela, o financiamento só será cobrado dos novos mutuários quando receberam a chaves do imóvel. "É o princípio, enquanto não tiver a chave não paga, porque ele não consegue pagar o financiamento e qualquer outra forma de aluguel. A não ser que não comam, não se transportem e não vivam."

Dilma afirmou que esses critérios e outros que ainda estão sendo definidos com governadores, prefeitos, empresários e representantes dos movimentos sociais.

Segundo ela, está excluída a possibilidade de repasses financeiros para o programa diretamente para os governos estaduais e municipais. Mas a ministra informou que os detalhes do programa ainda estão sendo fechados.

Definições

Segundo informou Dilma na semana passada, o programa vai ter subsídios para dois padrões de casa : um modelo popular, para quem ganha até três salários (R$ 1.395), e um superior, para quem tem renda de até R$ 4.650. O valor máximo do imóvel será R$ 130 mil.

Dilma ainda disse que as prestações serão de até 20% da renda. Assim, quem ganha dez mínimos pagará, no máximo, R$ 930 de prestação. O financiamento será de 20 anos.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo / COHAB - MG - Clipping

quarta-feira, 18 de março de 2009

FNSHDU, ABC e ABECIP propõem a construção de 100 mil moradias

Tendo em vista o esforço do Governo Federal objetivando a construção de 1 milhão de novas moradias populares, o FNSHDU, a ABC e a ABECIP propuseram, em ofício entregue hoje à Ministra Dilma, chefe da Casa Civil, pelo Deputado Federal Henrique Alves, a construção de 100.000 moradias para famílias de baixa renda (até 3 SM) através do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social - PSH.

Para que seja possível garantir o alcance desta meta, seria necessário que o Governo Federal realizasse, até junho próximo, Leilão do PSH no valor total de R$ 1.2 bilhão de reais.

Vale lembrar que há previsão orçamentária e que O PSH é um programa ágil, desburocratizado e de grande capilaridade e já beneficiou mais de 255 mil famílias em 2.404 municípios brasileiros.

terça-feira, 10 de março de 2009

Presidente do FNSHDU se reune com a Ministra da Casa Civil

A Ministra Dilma disse que conclui nesta terça a rodada de encontros com governadores para discutir o Plano Nacional de Habitação. Segundo ela, a construção de casas pode ajudar a amenizar o impacto da crise no país. Ela informou que já conversou com a maioria dos setores envolvidos no processo e que falta ainda se reunir com bancos privados. "Achamos que o programa tem de contar, também, com a participação do setor financeiro privado", afirmou.

Dilma disse que não pode estipular o dia para o anúncio do Plano de Habitação. "Só posso dizer que lançaremos o mais rápido possível, pois estou concluindo todas as reuniões que o presidente Lula pediu para que eu fizesse", afirmou.

Fonte : G1
Para ler a íntegra da matéria clique aqui

quinta-feira, 5 de março de 2009

Dilma diz que subsídio, fundo garantidor e redução do seguro serão pilares do plano habitacional

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou hoje (5) que o Plano Nacional de Habitação Popular, que será lançado este mês pelo governo, será baseado em três pilares - subsídio, fundo garantidor e redução do seguro nas prestações. "A idéia por trás desse plano é compatibilizar a geração de emprego, por meio da construção civil, com a questão do déficit habitacional que, no Brasil, se concentra em 85% da população de zero a três salários mínimos", disse a ministra em discurso no Seminário Internacional sobre Desenvolvimento, promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).Em discurso anterior ao de Dilma, o presidente Lula afirmou que o plano representará um desafio para os empresários da construção civil. "Agora, não é mais desafiar o governo para saber investimentos em infra-estrutura, é desafiar os empresários a se preparar para construir as obras que vamos contratar".
O Plano Nacional de Habitação Popular tem a meta de construir 1 milhão de casas até 2010.

Fonte : Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

terça-feira, 3 de março de 2009

Após reunião de presidenciáveis, Aécio critica programa habitacional de Dilma

O governador de Minas Gerais e pleiteante a candidato à Presidência da República em 2010, Aécio Neves (PSDB), foi o único a sair do encontro de presidenciáveis ocorrido na noite desta terça-feira em Brasília dando alfinetadas em um dos adversários. Ele fez críticas à política habitacional do governo Lula, tema da reunião ciceroneada pela ministra petista Dilma Rousseff e possível adversária em 2010.

Leia a íntegra aqui

Piero Locatelli
Do UOL Notícias
Em Brasília

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Dilma vai pedir a Estados apoio a plano habitacional

Brasília - As medidas do governo federal de estímulo à construção civil deverão ser apresentadas na próxima terça-feira (dia 3) aos governadores de São Paulo, Minas Gerais, do Paraná e do Rio de Janeiro. Na reunião, a ser capitaneada pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o governo pedirá a colaboração dos Estados para dar maior alcance às medidas.

Dilma deverá sugerir aos governadores, por exemplo, que reduzam o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) - o principal tributo estadual - sobre o material de construção. O mesmo pedido foi feito na semana passada a um grupo de governadores do Nordeste. Eles se disseram dispostos a colaborar.

A ministra foi orientada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a fazer os últimos ajustes no pacote da habitação após a conversa com os governadores. Assim, é possível que na semana que vem as medidas sejam, finalmente, anunciadas. O ponto central do pacote é a meta de contratar a construção de 1 milhão de moradias até 2010. Para a classe média, a principal medida deverá ser a elevação, de R$ 350 mil para R$ 500 mil, do valor do imóvel que pode ser pago usando recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte : Agência Estado

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Pacotão da Habitação gera expectativa quanto aos juros

Com o fim do Carnaval, as expectativas se voltam para o lançamento do pacote habitacional, a ser lançado nos próximos dias pelo Governo Federal.

Dentre as linhas gerais já antecipadas pela ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, está que o pacote deve beneficiar famílias que ganham entre dois (R$ 930) a dez salários mínimos (R$ 4.650); que a meta é tentar diminuir o prazo médio de construção de moradias dos atuais 33 meses para 11 meses; e que o Governo Federal vai baixar os custos do seguro de vida, obrigatório nos financiamentos imobiliários.

Outro ponto em discussão – e que promete gerar polêmica – refere-se à possibilidade da volta da Tabela Price, sistema de amortização que é utilizado nos contratos habitacionais oferecidos pela Caixa Econômica Federal há cerca de seis anos.

Leia a íntegra da matéria aqui

Fonte : Blog do Jamildo - JC ONLINE

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Dilma adianta detalhes do pacote habitacional

BRASÍLIA - Tendo como alvo a população com renda de dois a dez salários mínimos, o governo vai buscar acelerar a construção de um milhão de casas populares para entrega até 2010, no pacote habitacional que anunciará em breve. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, informou hoje que a ideia é diminuir o prazo das construções da média de 33 para 11 meses, e que também será buscado uma "redução nos custos financeiros, como o seguro de vida".

A ministra adiantou alguns detalhes do pacote de habitação popular em gestão pela equipe econômica em palestra no segundo dia do encontro nacional de novos prefeitos.

Leia a íntegra da matéria aqui

Fonte : (Azelma Rodrigues Valor Online)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Lula anuncia plano para construção de 500 mil casas populares

Programa deverá ser anunciado dentro de 10 dias como medida para estimular economia brasileira


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou no dia 3 de fevereiro que o governo lançará um programa nacional de habitação que prevê a construção e o financiamento de 500 mil casas populares. Lula afirmou que o programa deverá ser apresentado dentro de 10 dias e ressaltou que pretende estimular a economia com a geração de empregos em meio à crise financeira mundial.

O plano está sendo articulado entre a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o ministro das Cidades, Márcio Fortes. O plano seria apresentado na última semana de janeiro, mas foi adiado para reduzir ainda mais o custo do financiamento habitacional e conceder mais facilidades às famílias com renda inferior a cinco salários mínimos (até R$ 2.075). O número de 500 mil residencias não estaria incluído nos atuais programas da Caixa Econômica Federal. O governo pretende financiar 1 milhão de novos imóveis até 2010.


Fonte : Agência Brasil

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Dilma Rousseff defende PAC da Habitação e do Saneamento como saída para a crise -

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu nesta quinta-feira (22) o PAC da Habitação e do Saneamento, como saída para a crise. A declaração da ministra foi feita durante teleconferência promovida pela Caixa Econômica Federal, com a participação do ministro das Cidades, Márcio Fortes, e representantes da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Sanepar e prefeituras da Região Metropolitana de Curitiba, que têm contratos com o Plano de Aceleração do Crescimento.

Leia mais aqui

Fonte : Agencia Estadual de Notícias (Paraná)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Fazenda: novo pacote para infra-estrutura será discutido nesta quarta

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, vai se encontrar nesta quarta-feira com representantes da indústria da construção civil para discutir as novas medidas de estímulo aos setores de construção civil e infra-estrutura, conforme antecipou nesta terça-feira o Jornal do Brasil. Segundo a reportagem, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão, o pacote poderá envolver um aporte de R$ 200 bilhões.

No encontro, antecipou Simão, serão discutidas medidas que devem ser incluídas no pacote anticrise – que deve ser anunciado até o dia 20 deste mês. O executivo revelou que os recursos serão destinados principalmente ao setor da construção civil e infra-estrutura, que vão integrar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Com base em conversas recentes com a ministra da Casa Civil, Simão disse que quatro setores serão beneficiados pelo pacote: construção civil, infra-estrutura, agricultura e indústria automobilística. De acordo com a agenda do Ministério da Fazenda, o encontro será realizado às 16 horas.

Além do presidente da CBIC, estarão presentes o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Elias; empresários da indústria automotiva, representados pelo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, e o presidente do Sindipeças, Paulo Butori; e representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Viviane Monteiro, Jornal do Brasil
22:34 - 06/01/2009

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

habitação popular deverá receber investimentos da ordem de R$ 300 bilhões

Ministra Dilma Rousseff anunciou mais investimentos em obras e habitação para aumentar o PIB em 2009
O Governo Federal aposta no setor da construção civil, especialmente nas obras de infra-estrutura e de habitação popular, para a retomada do crescimento do País em 2009. A exploração de petróleo na camada pré-sal e o desenvolvimento de sistemas de mobilidade nas principais capitais brasileiras até 2014, em função dos jogos da Copa do Mundo, também integrariam esse "pacote" de perspectivas de crescimento.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, anunciou a expectativa durante encontro da Abdib (Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base) e da CNI (Confederação Nacional da Indústria) no dia 18 de dezembro. "Esses quatro [pilares] sustentam o emprego e o investimento, mas não são tudo", afirmou Dilma.

Para o Governo, a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) está ancorada na retomada e garantia dos investimentos. Dilma afirmou que o PAC receberá mais R$ 200 bilhões e que novos projetos serão apresentados para aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Entre as novas obras, estão o trem-bala, concessões rodoviárias, intervenções portuárias e expansão ferroviária. A ministra não detalhou os projetos ou custos, no entanto, o Governo já havia sinalizado que pretende aumentar para R$ 1,111 trilhão os recursos do PAC - em 2007, o valor anunciado foi de 503,9 bilhões.

Somente o programa de habitação popular deverá receber investimentos da ordem de R$ 300 bilhões. Ainda segundo a ministra, o governo manterá cerca de R$ 40 bilhões de investimentos extras na área do pré-sal da Petrobras. Os programas sociais também serão mantidos. Com as medidas, o Governo Federal espera que o PIB de 2009 cresça 4%.

Rafael Frank, com informações da Agência Brasil
PiniWeb

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Governo Federal estuda programa habitacional para 5 salários mínimos

BRASÍLIA - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta sexta-feira (12) que o governo federal estuda dois novos programas, um na área de habitação e outro sobre mobilidade urbana nas cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo de 2014. A ministra não deu detalhes sobre os projetos, mas adiantou que as medidas na área de habitação vão beneficiar trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos por mês.

Agência Brasil
íntegra da matéria - aqui